Este estudo avalia os efeitos do laser de baixa potência no tratamento de diferentes tipos de úlcera, utilizando como apoio métodos de fotogrametria e índice de retração para acompanhar a evolução das lesões. O trabalho parte de um ponto muito importante: úlceras de pressão, varicosas e diabéticas são condições crônicas que podem evoluir para quadros graves quando não tratadas adequadamente, comprometendo a reabilitação, a qualidade de vida e, em alguns casos, até colocando o paciente em risco. Dentro desse contexto, o artigo apresenta o laser de baixa potência como um recurso fisioterapêutico capaz de atuar na cicatrização por meio da melhora da microcirculação, do estímulo à neoformação vascular e do favorecimento à reparação tecidual.
O estudo também chama atenção por utilizar uma forma objetiva de mensurar os resultados, com análise das lesões por imagem e cálculo da redução da área tratada. Os dados apresentados mostram diminuição relevante no tamanho das úlceras após o tratamento, reforçando o potencial terapêutico do laser em diferentes etiologias. Além disso, o texto discute parâmetros de aplicação, diferenças de fluência conforme o tipo de úlcera e a importância da dosimetria no processo. No conjunto, é um material interessante para quem deseja entender como tecnologias de fotobiomodulação podem ser aplicadas de forma prática, mensurável e clínica no manejo de lesões de difícil cicatrização.
Baixe o PDF do artigo aqui: avaliação dos efeitos do laser de baixa potência em úlcera utilizando a fotogrametria e indice de retração.pdf
