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Informações complementares sobre os produtos e pesquisas Bios.

O ex-cirurgião-dentista e sócio da empresa de equipamentos médicos Bios, Luis Augusto Conrado criou um aparelho que, por meio da luz, auxilia no tratamento de diversos problemas de saúde ao provocar, principalmente, melhora na cicatrização e ativação do metabolismo celular.

A Bio Medical, uma espécie de caneta, utiliza um diodo emissor de luz (LED, na sigla em inglês) específico para alta emissão (entre 400 e 600 miliwatts). Quando uma luz como essa possui alta potência – geralmente se trata de laser -, ela é utilizada para fazer descamação da pele e pequenas cirurgias, entre outras coisas. Com uma potência menor, o recurso pode ser usado para estimular e aumentar o metabolismo celular de determinadas áreas do corpo, o que gera melhoria de circulação sanguínea. Os principais benefícios da aplicação são ação anti-inflamatória, cicatrizante e analgésica.

Segundo o inventor, esse tipo de luz estimula o corpo a se autorreparar. A luz azul, por exemplo, pode ser usada para repigmentação. Com luz vermelha o aparelho pode ser usado também para clareamento dental, com a vantagem de não provocar incômodos desnecessários ao paciente.

Luis Augusto explica que, normalmente, esse tipo de tratamento utiliza luz azul e provoca aumento na sensibilização dental de até 45%, por um período que varia de 15 a 30 dias. “Para corrigir isso, os profissionais aplicam um laser vermelho depois. O Bio Medical realiza as duas etapas ao mesmo tempo”, afirma.

O empresário – que pesquisa o assunto há mais de 15 anos -, encontra dificuldades em conseguir a homologação do equipamento junto à Anvisa e obter financiamento junto à Fundação de amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). O produto funciona dentro da incubadora de negócios do Centro para a Competitividade e Inovação do Cone Leste (Cecompi), em São José dos Campos (SP). A empresa nasceu em 2007 na incubadora da Universidade do Vale do Paraíba (Univap).

Fonte: Brasil Econômico

A utilização do LED em tratamentos de diversas patologias foi apresentado pelo Dr. Luis Augusto Conrado, pesquisador-colaborador do Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento da Universidade do Vale do Paraíba (Univap), durante o 8º Congresso Internacional de Estética Aplicada.

A palestra LED: terapias através da luz vermelha no estímulo do colágeno mostrou técnicas de interação da luz vermelha sobre os tecidos, que estimulan mediadores químicos capazes de promover a drenagem linfática e melhoria da microcirculação com síntese de colágeno e elastina.

O Dr. Luis Augusto mostrou terapias com uso de LED para tratamento de diversos problemas como deficiência de irrigação, pés diabéticos, traumas de mão, queimaduras, herpes. Para Síntese de Colágeno, o palestrante explicou que com a terapia de liz é possível produzir neocolágenos. "A luz vermelha tem muitas utilidades e também pode ser usada na área estética para produção de colágeno e combate de celulite", afirmou.

Fonte: Hair Brasil

O aparelho portátil de fototerapia, criado pela Bios Equipamentos Médicos, tem auxiliado atletas de elite.

Dedé e seus certeiros arremessos de três. Fúlvio, o rei das assistências. Murilo, o dono do garrafão, e Laws com suas bandejas e enterradas. Orquestrando tudo isso,o estrategista Régis Marrelli. Estas são as armas do São José na luta pelo inédito título do NBB, e que anteontem venceu o Flamengo por 80 a 72 no primeiro jogo da série melhor de cinco das semifinaisdo torneio.

Tudo bem, disto todo mundo está careca de saber. O que pouca gente sabe é que o time conta com uma arma secreta, desenvolvida com a mais alta tecnologia, por uma empresa joseense instalada no Parque Tecnológico. Chamado Bios Therapy 2, o aparelho portátil de fototerapia, criado pela Bios Equipamentos Médicos, tem auxiliado atletas de elite a prevenir e tratar traumas e contusões.

Tecnologia: A novidade desse aparelho desenvolvido em São José é a utilização de LED. “O equipamento emite luz terapêutica que estimula o próprio organismo a sintetizar o seu remédio, com ação no controle da inflamação, da dor e da cicatrização”, explica o doutor em engenharia biomédica Luis Augusto Conrado, diretor de tecnologiada empresa.

O aparelho age estimulando a circulação e aumentando o metabolismo, minimizando o uso de medicamentos e seus efeitos colaterais. A luz emitida pelo aparelho estimula a formação de colágeno, promove a cicatrização sem a formação de fibroses e queloides, que é o acúmulo de tecidos na cicatrização.

Ação: A equipe da AESJ/Unimed/ Vinac utiliza a tecnologia há cerca de quatro meses. Os resultados já são percebidos pelo fisioterapeutadotime, Osvaldo Silva Filho. “Os resultados são efetivos. O aparelho tem poder anti-inflamatório e regenerador de tecidos. Também acelera bastante o alívio da dor, com efeito analgésico muito bom”, reforça.

Desde que o equipamento foi adquirido pelo time,oala-pivô Jefferson passa por sessões de tratamento. No seu caso, é utilizado para tratar tendinites no joelho e nos ombros, além dalombalgia. “É muito tranquilo, não dói, apenas esquenta bem pouco a região, em virtude da própria luz”, comenta o jogador. Ofisioterapeutadotime realiza de duas a três aplicações por dia,com10 a 15 minutos de duração em cada região a ser tratada.

Fonte: O Vale

Luis Augusto Conrado, dono da Bios: tratamento, já usado por astronautas, é aplicado em jogadores do Corinthians.

Uma nova tecnologia não invasiva, que atua na estimulação do metabolismo celular, está revolucionando os tratamentos de reparação de feridas, pós-operatório e no alívio de dores.

Desenvolvida pela Bios Equipamentos Médicos, empresa incubada desde 2008 no Parque Tecnológico de São José dos Campos, São Paulo, a técnica utiliza o Bios Terapy II, equipamento que emite uma luz LED (Diodo Emissor de Luz, na sigla em inglês) e promove a reparação celular por bioestimulação, provocando analgesia (alívio da sensibilidade à dor) e ação anti-inflamatória. Com isso, o uso de medicação é minimizado.

O LED estimula o organismo a recuperar certos hormônios e enzimas que normalmente não são usados e funcionam como remédio autógeno do próprio corpo. A terapia com LED, que já recebeu a aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), é indolor e segura, e não apresenta efeitos colaterais. Não tem restrição de idade nem de tipo de pele para aplicação, disse o pesquisador Luis Augusto Conrado, dono da Bios e inventor da nova técnica.

O equipamento, segundo ele, pode ser usado no tratamento de feridas que não cicatrizam, dores articulares e reumáticas, clareamento dentário, processos inflamatórios degenerativos, tumores, crescimento capilar, clareamento de manchas, tratamento de acne, entre outros.

No caso de lesões malignas, o pesquisador disse que o uso do LED é precedido pela aplicação de uma substância fotorreagente que age seletivamente nas células tumorais. "O LED é aplicado em seguida para destruir apenas o tecido tumoral marcado com a droga fotossensível, sem afetar a pele sadia", disse. Essa terapia também é conhecida como fotodinâmica.

A aplicação de LED como recurso terapêutico começou a ser investigada pela Nasa (Agência Espacial Americana) em 2003, em paralelo às pesquisas do uso do laser. Segundo Conrado, a Nasa chegou a usar o LED em astronautas, com resultados mais rápidos no tratamento de dores articulares e problemas ósseos, e para acelerar o processo de cicatrização no espaço, agravados pela falta de luz e gravidade.

Comparado ao laser, segundo Conrado, o LED tem apresentado resultados mais eficazes, pois o diâmetro do feixe do laser, em torno de 1 milímetro, dificulta a aplicação em grandes áreas do corpo, além de ter uma potência mais baixa - 50 a 100 miliwatts, em comparação com o LED, cuja potência é de 300 miliwatts. Além disso, o tratamento com laser é considerado mais demorado. O diâmetro do feixe do LED também é maior, da ordem de 1 centímetro.

O Bios Terapy II já faz parte da rotina de atendimento clínico do departamento médico da seleção principal e de base do time do Corinthians, em São Paulo. "O LED chamou a atenção pelo tempo rápido de alívio da dor e de retorno do atleta lesionado às suas atividades normais", disse o fisioterapeuta e coordenador do Laboratório de Biomecânica do Corinthians, Luciano Rosa. O equipamento é usado em jogadores do clube para tratamento de lesões musculares e inflamação do tendão, há um ano.

A seleção principal do Corinthians, segundo Rosa, conta com cinco equipamentos, mas o objetivo é adquirir mais unidades para atender ao novo centro de treinamento da categoria de base, que está sendo instalado no Parque Ecológico em Itaquera, São Paulo. O Bios Terapy, segundo Rosa, não substituiu o equipamento de ultrassom, que já era adotado para tratar lesões e dores. Mas, a nova terapia serviu para aperfeiçoar a rotina de tratamento dos atletas.

Outro aspecto positivo do Bios Terapy, de acordo com Rosa, está relacionado à tecnologia. "A potência e a área de aplicação do LED são maiores que no laser, o que permite otimizar o tempo de uso e os resultados", disse. O fato de ser portátil também é um fator de praticidade.

"Durante o período em que viajei com as seleções de base da Confederação Brasileira de Futebol, tanto na Granja Comary, em Teresópolis [Rio de Janeiro], quanto durante os jogos no Catar [Oriente Médio] e no torneio que tivemos em Barcelona [Espanha], usei o Bios Terapy no tratamento de lesões músculo-esqueléticas, com ótimos resultados", afirmou.

O fisioterapeuta disse que o Bios Terapy também vem sendo utilizado de forma regular no atendimento de 3 mil pacientes por mês na clínica de fisioterapia Equality, de sua propriedade. "Na minha clínica, que fica em São José dos Campos, o equipamento substituiu o ultrassom, e a resposta foi muito positiva, principalmente no tratamento de dores, cicatrização e inflamação", afirmou.

A praticidade do equipamento, que tem bateria com autonomia de duas horas, foi um dos fatores que atraíram a atenção de outros clientes, como o time de vôlei Futura, de Araçatuba, no interior paulista, e o time de futebol feminino de São José dos Campos, campeão da Libertadores em 2012. "Também já fomos procurados por outros grandes times de futebol interessados em experimentar o aparelho", disse Conrado.

A terapia com LED, de acordo com o pesquisador, também vem mostrando bons resultados na área de dermatologia, em processos de rejuvenescimento. Ele disse que, além de estimular a produção de fibras colágenas (proteínas que dão sustentação à pele), o LED estimula a colagenase, enzima responsável pela destruição do colágeno em excesso. "Com isso, podemos observar uma melhora significativa em rugas finas, na textura da pele e em poros dilatados."

No caso de clareamento dentário, o equipamento Bios Therapy é indicado especialmente para aplicação em pacientes que têm sensibilidade. A técnica também vem sendo usada na medicina geriátrica, no tratamento de dores articulares, deficiência de locomoção, processos inflamatórios degenerativos, acelerando a reintegração do paciente às suas atividades três vezes mais rápido que os métodos convencionais.

Fonte: Valor Econômico

O aparelho portátil de fototerapia, criado pela Bios Equipamentos Médicos, tem auxiliado atletas de elite.

A empresa incubada desde 2008 na Incubadora de Negócios, gerida pelo CECOMPI, Bios Equipamentos Médicos, lançou recentemente o Bios Terapy II, equipamento que emite uma luz LED (Diodo Emissor de Luz, na sigla em inglês) e promove a reparação celular por bioestimulação, provocando analgesia (alívio da sensibilidade à dor) e ação anti-inflamatória. Com isso, o uso de medicação é minimizado.

A nova tecnologia, não invasiva, atua na estimulação do metabolismo celular, revolucionando os tratamentos de reparação de feridas, pós-operatório e no alívio das dores. De acordo com o pesquisador Luis Augusto Conrado, proprietário da Bios e inventor da nova técnica, o LED estimula o organismo a recuperar certos hormônios e enzimas que normalmente não são usados e funcionam como remédio autógeno do próprio corpo.

A terapia, que já recebeu a aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), é indolor e segura, e não apresenta efeitos colaterais. Não tem restrição de idade nem de tipo de pele para aplicação.

O equipamento, segundo ele, pode ser usado no tratamento de feridas que não cicatrizam, dores articulares e reumáticas, clareamento dentário, processos inflamatórios degenerativos, tumores, crescimento capilar, clareamento de manchas, tratamento de acne, entre outros.

No caso de lesões malignas, Conrado explica que o uso do LED é precedido pela aplicação de uma substância fotorreagente que age seletivamente nas células tumorais. "O LED é aplicado em seguida para destruir apenas o tecido tumoral marcado com a droga fotossensível, sem afetar a pele sadia", disse. Essa terapia também é conhecida como fotodinâmica.

Comparado ao laser, o LED tem apresentado resultados mais eficazes, pois o diâmetro do feixe do laser, em torno de 1 milímetro, dificulta a aplicação em grandes áreas do corpo, além de ter uma potência mais baixa - 50 a 100 miliwatts, em comparação com o LED, cuja potência é de 300 miliwatts. Além disso, o tratamento com laser é considerado mais demorado. O diâmetro do feixe do LED também é maior, da ordem de 1 centímetro.

No esporte, o Bios Terapy II já faz parte da rotina de atendimento clínico do departamento médico da seleção principal e de base do time do Corinthians, em São Paulo. O equipamento é usado em jogadores do clube para tratamento de lesões musculares e inflamação do tendão, há um ano.

A seleção principal do Corinthians conta com cinco equipamentos, mas o objetivo é adquirir mais unidades para atender ao novo centro de treinamento da categoria de base, que está sendo instalado no Parque Ecológico em Itaquera, São Paulo. O Bios Terapy não substituiu o equipamento de ultrassom, que já era adotado para tratar lesões e dores. Mas, a nova terapia serviu para aperfeiçoar a rotina de tratamento dos atletas.

Além disso, o Bios Terapy também vem sendo utilizado de forma regular no atendimento de 3 mil pacientes por mês na clínica de fisioterapia Equality, em São José dos Campos. O equipamento substituiu o ultrassom, e a resposta foi muito positiva, principalmente no tratamento de dores, cicatrização e inflamação.

A terapia com LED, de acordo com o pesquisador, também vem mostrando bons resultados na área de dermatologia, em processos de rejuvenescimento. Além de estimular a produção de fibras colágenas (proteínas que dão sustentação à pele), o LED estimula a colagenase, enzima responsável pela destruição do colágeno em excesso.

Fonte: Radar do Vale

Um aparelho produzido em São José dos Campos promete aumentar as chances de cura por meio de células-tronco em pacientes de diversos países do mundo. Desenvolvido pela equipe do pesquisador Luis Augusto Conrado, proprietário da empresa Bios, especialista em desenvolvimento de equipamentos médicos, o tratamento agiliza o período entre a retirada das células do organismo e a injeção do material para tratamentos médicos e estéticos.

A máquina, um fotoestimulador de células-tronco, é parte importante de um processo inovador, que utiliza células-tronco extraídas do tecido adiposo do próprio paciente para, depois, injetá-las novamente. O método é utilizado tanto para o tratamento de doenças, como o alzheimer e a esclerose múltipla, quanto para terapias estéticas que combatem calvície ou envelhecimento da pele.

Em entrevista ao Meon, o pesquisador defende o método como uma "revolução" na medicina regenerativa e afirma que, apesar de financiar pesquisas na área, o Brasil ainda está muito atrasado nas questões envolvendo tratamentos que utilizam células-tronco.

O que esta nova técnica traz de inovador para os tratamentos com células-tronco?

A técnica que é utilizada até hoje extrai de dentro do osso um plasma rico em plaquetas. Desse material, apenas 10% de células-tronco conseguem ser extraídos, mas como elas estão inativas é preciso ativá-las por meio de um processo químico que dura cerca de dois dias. Entretanto, a gordura abdominal tem grande potencial para se transformar em células-tronco em um processo mais rápido e eficaz. A nova técnica, que extrai o material do tecido adiposo do paciente, consegue chegar a um índice de 90% de células-tronco obtidas. O tempo entre a extração do material até a injeção das células-tronco no paciente é de apenas duas horas.

E como o aparelho desenvolvido pelo senhor participa deste processo?

Criamos uma forma mais rápida e confiável de ativar essas células-tronco que, ao invés de utilizar química no processo, usa a luz. Daí o nome fotoestimulante. A solução com as células é inserida com uma seringa. A luz estimula o movimento celular e as células ativas voltam para os pacientes, onde vão se transformar em tecidos, músculos, entre outros.

O senhor cita uma "revolução" promovida pela medicina regenerativa. Do que exatamente estamos falando?

Na parte estética, os tratamentos com células-tronco podem rejuvenescer em 30 anos a pele de uma pessoa que tem 60. Já no que diz respeito ao tratamento médico, estamos falando de resultados expressivos, como a recuperação de movimentos perdidos por causa de um AVC, por exemplo, no período de aproximadamente 30 dias. Estamos falando em tratamentos muito mais eficazes contra o alzheimer, esclerose múltipla, diabetes, entre inúmeras outras doenças.

E o que falta para que este tratamento seja difundido na rede de saúde brasileira?

O grande problema é que o Brasil está "engatinhando" no que diz respeito aos tratamentos que se utilizam de células-tronco. O problema está tanto nas questões éticas, apesar de não se utilizar células embrionárias, quanto no que diz respeito à comercialização das tecnologias desenvolvidas. Discute-se muito sobre quem vai ficar com os lucros, quanto vai custar o material, enquanto os outros países evoluem e já apresentam ótimos resultados com seus pacientes. O equipamento que desenvolvemos, por exemplo, não vai beneficiar a saúde brasileira, pois estamos atendendo a um pedido dos Estados Unidos.

Quais países estão na ponta dessas pesquisas?

Muitos países, inclusive vizinhos do Brasil, estão à nossa frente. Não é preciso ir muito longe, Paraguai, Uruguai, Cuba, todos são países da América Latina onde as células-tronco já estão sendo utilizadas na rede de saúde. Há inclusive pacientes que saem do Brasil para se tratar em outros centro de medicina. Estados Unidos e alguns países da Europa também apresentam pesquisas eficientes.

Fonte: Meon